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Existem diversas cotações do dólar norte-americano, com destaque para o comercial, o black, o flutuante e o turismo. No caso das bolsas de valores, a única forma de operação é através de apostas acerca de que patamar ficarão situadas as cotações na virada de meses futuros, para o dólar usado nas importações e exportações.
O dólar comercial é utilizado basicamente para operações de importações, exportações, entrada e saída oficial de dinheiro. Tem o limite de poder ser negociado apenas entre os bancos e seu preço é controlado rigidamente pelo Banco Central, por servir como referência para os demais tipos de dólar. Um exportador por exemplo, vende seus dólares através de instituições financeiras. Situação idêntica acontece também com empresas que detenham autorização para trazer capital de fora objetivando investir no País. No caso de importações, o pagamento é efetivado com dólares adquiridos oficialmente de um banco, com a operação previamente autorizada.
No dólar black, também denominado de câmbio negro ou paralelo, as operações de compra e venda de dólares são feitas sem o conhecimento oficial do governo. É considerado ilegal e negociado por cambistas que, em função do preço dos outros setores do câmbio e a procura pelos investidores, estabelecem uma cotação para comprar a moeda americana e vender. A diferenças entre os preços é conhecida como ágio, além de representar o ganho dos doleiros.
Já o dólar turismo é utilizado por pessoas físicas que estejam com viagem marcada para o exterior.  Como a compra pode ser feita com até um ano de antecipação, foi dispensada a apresentação da passagem aérea. Também não é mais preciso identificar, no retorno da viagem, a venda dos dólares restantes. Sua cotação varia segundo o banco, agência de viagens e câmbio, todos, entretanto, devem estar cadastrados no Banco Central.
O dólar flutuante é conceituado como o dólar turismo negociado entre os bancos. Para suprir a demanda dos turistas, os bancos podem ter determinadas quantias como reserva. A falta ou excedente de moedas são negociados entre instituições financeiras, nacionais e estrangeiras.