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Se um banco criar um FIF com patrimônio inicial de, por exemplo, R$ 10 milhões, ele poderá lançar no mercado dez milhões de cotas no valor de R$ 1. A partir de então, os investidores poderão depositar seus recursos no referido fundo, adquirindo determinado número de cotas. Portanto, caso se aplique R$ 20 mil, ele participará do fundo com vinte mil cotas.
Com o fundo criado, o banco passa a negociar diariamente esse dinheiro, de acordo com as características do fundo, seja ele de Renda Fixa (CDB's por exemplo), de Ações (bolsa de valores) e assim por diante. Isso faz com que o patrimônio total se modifique diariamente em função dos ganhos ou perdas das aplicações dos recursos pela instituição financeira.
Mas, de qualquer maneira, apesar da mudança do patrimônio total do fundo o número de cotas permanece constante. Diariamente, o banco efetua o somatório do patrimônio total do fundo naquele momento e divide pelo número de cotas e divulga o resultado.
Esse procedimento facilita a visualização dos resultados das aplicações dos clientes pois mostrará claramente a quantidade de cotas que possui. Caso ele saiba o valor da cota em determinado dia, basta multiplicá-lo pela quantidade para o cliente saber quanto tem naquele momento em sua aplicação.
Acontece que, como os bancos precisam manter equipes que façam as aplicações e acompanhem o mercado financeiro diariamente, disponibilizar extratos e demais informativos, eles cobram uma taxa de administração com variações entre as instituições financeiras. Essa taxa normalmente é descontada do saldo do cliente na hora do resgate total ou parcial, sempre proporcional ao valor e ao tempo que manteve os recursos no banco e na aplicação.
Ciente das dificuldades dos aplicadores em acompanhar as indicações de qual o tipo de fundo de investimento onde deverá aplicar seu dinheiro , o Conselho Monetário Nacional determinou que as instituições financeiras identificassem seus produtos em três categorias:
a) conservador: nessa categoria praticamente todo o dinheiro será alocado em diversas modalidades de investimento de renda fixa, ou seja, em aplicações remuneradas por taxa de juros, que não embutem nenhum tipo de risco;
b) moderado: caracterizam fundos que coloquem uma parte dos recursos em renda fixa e outra fatia em ativos de risco como ações ou investimentos no mercado futuro;
c) agressivo: identifica fundos que alocam a maior parte do capital em aplicações de risco, principalmente no mercado futuro e outra pequena parcela em renda fixa.